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A febre (e seus aliados)
O primeiro dos espaços era pequeno e desconfortável. Rafael Prado empilhou a maioria de suas pinturas – não teria como ter feito diferente. Era mais um dia de sol e calor intenso no Rio. O ventilador girava ridiculamente, sem fazer vento algum.
Alvaro Seixas
22 de mai.1 min de leitura


A pintura de Rafael Prado é carnívora.
Seleciona, prepara, come e digere os corpos humanos dentro da cozinha pictórica. Aprecia o tempo de maturação da carne, no qual as referências que coletantam até se mostrarem pertinentes ou não aos seus interesses artísticos – adquirem certa maciez e sabor. São elas: as experiências de uma vida sul-amazônica, cercada de conflitos sócio-políticos em meio a uma paisagem emblemática; o olhar atento às iconografias do tempo presente; e a história da arte, campo de conhecimento em
Bruna Costa
22 de mai.2 min de leitura


CANTANDO APESAR DA ESCURIDÃO, A PINTURA DE UMA PARTITURA
O artista visual rondoniense Rafael Prado capturou a partir de um frame de vídeo, a imagem de Bruno de Araújo Pereira, coordenador do trabalho de monitoramento da terra indígena, sorridente, fumando um cigarro de palha, sentado no meio da floresta, no instante em que teve a ideia de entoar um cântico indígena no idioma kanamari, para acalmar as equipes sob sua responsabilidade (incluindo marubos e korubos), vindas de uma longa expedição, que se encontravam cansadas e saudosas
Julie Brasil
19 de mai.7 min de leitura


ASTELLA
Texto retirado do catálogo da exposição Miragens no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro
Marisa Flórido
19 de mai.3 min de leitura
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